
Devemos conhecer um pouco sobre a raça do cão que estamos pensando em adquirir. Isso é interessante para que não tenhamos nenhuma surpresa desagradável no decorrer de sua vida com algum problema de saúde que por ventura ele possa vir a desenvolver.
Além disso, esse conhecimento prévio específico de uma raça canina pode evitar o surgimento ou a progressão de uma determinada patologia ou doença através dos cuidados diários como a alimentação, higiene e cuidados em geral com aquele indivíduo.
Temos como exemplo os problemas articulares que podem aparecer tanto em raças de cães de grande como as de pequeno porte. O que vai diferenciar é a região e o tipo de lesão que pode ocorrer.
Raças de grande porte, como Rottweiler e Pastor Alemão, são mais predispostos a desenvolver a displasia coxo-femural (alteração na articulação do fêmur com a bacia), sendo nesses casos essencial o controle do peso do animal e evitar o acesso ao piso escorregadio.
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Raças pequenas são mais predispostas de ocorrer a luxação de patela (joelho), e os cães da raça Dachshund (lingüicinha) a desenvolver algum problema na coluna vertebral.
Problemas dermatológicos atingem um grande número de animais nessa espécie e exigem muitas vezes tratamentos com produtos específicos para o controle e manutenção da pele em indivíduos que por ventura não exista a cura total. Exemplo: Shar Pei, Poodle, Maltês.
Existem problemas de saúde que podem ocorrer quando o animal já está com uma idade avançada. É importante observar qualquer alteração na rotina e no corpo do animal.
Certas raças são mais predispostas a desenvolver determinados problemas de saúde principalmente nessa fase da vida, e o quanto antes tivermos o seu diagnóstico maior é a chance de cura.
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